[ 15 de maio de 2019 por Fontineles 0 Comentários ]

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Notícias e Tendências
[ 15 de maio de 2019 por Fontineles 0 Comentários ]

PIB do Brasil cresceu 1,1% em 2018, o mesmo ritmo do ano anterior

São Paulo – O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,1% no 4º trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, informou nesta quinta-feira (28) o IBGE.

Com isso, o crescimento fechado no ano de 2018 ficou em 1,1%, o mesmo resultado do ano anterior, levando o PIB a totalizar R$ 6,8 trilhões.

O resultado veio de acordo com as expectativas de economistas e mostra uma retomada modesta após as quedas fortes do PIB de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016.

Enquanto o segundo trimestre foi marcado pela greve dos caminhoneiros, no final do ano houve impacto de fatores como a incerteza eleitoral e o agravamento da crise na Argentina.

Os números do primeiro trimestre de 2019 têm sido mornos e a previsão para o ano é que o crescimento acelere para um patamar entre 2% e 2,5%.

Período de comparaçãoPIB
4º Tri 2018 / 3º tri 20180,1%
4º Tri 2018 / 4º Tri 20171,1%
Valores correntes no ano (R$)6,8 trilhões

Setores

A principal contribuição para o crescimento em 2018 veio do setor de serviços, que responde por 75,8% da economia brasileira e avançou 1,3%. Todas as atividades neste setor cresceram.

A agropecuária ficou praticamente estável (0,1%), mas tinha como base de comparação uma safra recorde em 2017.

A indústria caiu no último trimestre, mas no balanço do ano cresceu 0,6%. O destaque foi a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e gestão de resíduos e segue a fraqueza do setor de construção.

Período de comparaçãoAgropec.IndústriaServiços
4º Tri 2018 / 3º tri 20180,2%-0,3%0,2%
4º Tri 2018 / 4º Tri 20172,4%-0,5%1,1%
2018 sobre 20170,1%0,6%1,3%
Valores correntes no ano (R$)297,8 bi1,3 tri4,3 tri

Do lado da demanda, o consumo do governo ficou estável enquanto o consumo das famílias avançou 1,5%.

Segundo o IBGE, isso pode ser explicado por fatores como o comportamento benigno de indicadores como inflação, juros, crédito, emprego e renda ao longo do ano.

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Executivo ensina como transformar o erro em investimento

Uma das palavras que Ernesto Pousada, de 51 anos, mais repete é “transformação”. E não é à toa. Seu grande desafio na Ingredion, companhia que desenvolve ingredientes naturais para uso na indústria alimentícia (humana e animal), é preparar os negócios para o futuro.

Para isso, está à frente de um grande projeto de mudança cultural, que estimula os funcionários a pensar de maneira inovadora, ter cabeça de dono e se abrir para a diversidade — inclusive a de pensamentos.

Formado em engenharia mecânica, o executivo é pouco afeito a hierarquias e passou por companhias de diferentes atuações, como a Suzano, de papel e celulose, onde ficou por 11 anos, e a química e petroquímica Dow, da qual ostentou o crachá durante 15 anos.

O escritório é totalmente aberto e ninguém tem assento marcado, nem eu nem minha equipe. A Ingredion é uma empresa de 90 anos que sempre se marcou muito pela inovação, mas o escritório anterior não refletia isso. Precisávamos de um espaço mais moderno e que incentivasse a interação, pois, cada vez mais, a colaboração entre as áreas é fundamental. Antes de eu entrar nessa reunião para conversar com você, resolvi uma questão no caminho. No outro escritório, tinha muita sala.

Eu acredito na informalidade das coisas, não temos tempo a perder com hierarquia. Não temos mais tempo para formalismo. Se esperarmos processos e reuniões, ficaremos para trás. Esse escritório reflete isso. Até a maneira como nos vestimos está mais light. Gravata ninguém usava, mas agora o pessoal está mais à vontade para usar jeans e tênis. Em alguns lugares, o escritório tem cara de casa, com sofás em que a luz do sol bate. Criamos uma copa com frutas à vontade, o que proporciona uma interação que não tínhamos antes.

Tudo isso faz com que as coisas andem mais rapidamente e mais suaves.

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Em 2019, indústria de São Palulo gerou 21,5 mil vagas no primeiro trimestre

São Paulo — A indústria paulista gerou 9,5 mil vagas de emprego em abril, informou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em balanço distribuído à imprensa. No acumulado do ano, são 21,5 mil novas vagas criadas.PUBLICIDADE

Com os novos postos de trabalho registrados em abril, o total de pessoas empregadas pelo setor no Estado teve aumento de 0,45% em relação a março, na conta sem ajuste sazonal. No cálculo com ajuste, houve queda de 0,21%.

Os setores de alimentos e derivados de petróleo e álcool contrataram mais de 12 mil novos trabalhadores em abril, que foram as principais influências positivas para o saldo do mês na indústria paulista.

“Esses setores, que são influenciados pela sazonalidade da cana de açúcar, geraram contratações abaixo da média dos anos anteriores – que é de 27 mil novas vagas. Os demais setores da indústria estão em compasso de espera em razão do baixo desempenho econômico. Como este ano vem apresentando saldos abaixo do esperado, o resultado do emprego no fechamento do ano é preocupante”, avalia José Ricardo Roriz, segundo vice-presidente da Fiesp e do Ciesp.